quemquê?

Somos um só:
quando dá pelo nome de Arsélio Martins, sente-se fraco maquinista, ex-professor de matemática, ex-cronista para jornais e rádios locais; capaz de desenhar curvas, mas nada que se pareça com peças de alguém ou coisa alguma;
quando dá pelo nome de A de Almeida, como um avô já falecido, sente-se que é
o mesmo já citado maquinista mas sabendo a poeta de antigamente que já teve outros nomes de circunstância.

Neste canto da vida, como mesura, vamos guardar o velho A de Almeida à medida das disponibilidades do maquinista e tudo o que dê na gana ao maquinista porque ele tem um rato e um teclado na mão.

Pode dar recados ao maquinista que se dispersa por vários lugares virtuais:

  1. infinitamente pequeno
  2. o lado esquerdo
  3. geometria
  4. desenha
  5. aposentos:reforma e reformatório

para além de outros que foram sendo paulatinamente encerrados pelos projectistas receptadores e gestores das coisas falidas desde o nascimento aplaudido até à morte sem obituário e sem testamento que respeite com aviso de falência e devolução dos conteúdos disponiblizados pelos “chamados” a participar de boa vontade.